Ansiedade e preocupações recorrentes
Quando o pensamento antecipa o pior e não encontra descanso.
Daniel Sena — psicanalista clínico, com 13 anos de atuação. Atendimento individual online, em um espaço de escuta reservado para compreender conflitos, reconhecer padrões e construir novas possibilidades.
A preocupação não desliga, e você já nem lembra como era antes.
A tristeza não passa, e você começou a achar que isso virou normal.
Você faz tudo certo e ainda assim não se sente suficiente.
Você percebe que repete os mesmos padrões nas relações, e não entende por quê.
Você precisa da aprovação do outro para ficar bem.
Você carrega uma culpa que não sabe de onde veio.
Alguém importante partiu e a vida seguiu, mas você não.
Você sabe o que quer e não consegue dizer.
Nada disso se resolve com conselho nem com força de vontade. Se resolve com escuta — e com o tempo que cada história precisa para ser compreendida.
Quero conversarCada pessoa chega com a sua. Escolha um tema para encontrar a sua mais depressa — ou percorra todos.
Quando o pensamento antecipa o pior e não encontra descanso.
O peso que se instala devagar e tira a cor dos dias.
O que aperta por dentro sem que se saiba bem de onde vem.
Aquilo que se carrega em silêncio e pesa mais do que deveria.
Dar palavras ao que ainda não encontrou forma de ser dito.
Encontros e desencontros que se repetem na vida amorosa.
Quando ficar dói e partir parece impossível.
O medo de perder que toma conta do vínculo.
Histórias antigas que continuam falando no presente.
O que fica preso entre o que se sente e o que se consegue dizer.
Tensões, cobranças e lugares difíceis de ocupar no trabalho.
A voz interna que diz que nunca é o bastante.
Escolhas que se repetem mesmo quando você já não as quer.
Perguntas sobre quem você é e quem deseja ser.
O que você quer, o que esperam de você, e o espaço entre os dois.
Fases de transição que desorganizam o que parecia firme.
Quando escolher parece sempre perder alguma coisa.
Para quem deseja se conhecer melhor, mesmo sem uma crise.
Um lugar para a falta, no tempo que ela pede.
Aproximar-se do que doeu com cuidado, no ritmo de quem viveu.
O acompanhamento em psicanálise caminha junto com o cuidado médico, psicológico e psiquiátrico — nunca no lugar dele. Quando há sintomas físicos ou sofrimento muito intenso, a avaliação desses profissionais é parte do cuidado.
A psicanálise parte de uma ideia simples e incômoda: boa parte do que determina o que sentimos e fazemos não está acessível à nossa consciência. Repetimos escolhas, reagimos de formas que não entendemos e carregamos coisas que nem sabemos que estamos carregando.
O trabalho da análise é dar lugar a isso. Falando, em um espaço seguro e sem julgamento, o que estava embaixo começa a aparecer — e aquilo que se consegue nomear deixa de conduzir às cegas.
Não é um processo rápido, e isso não é defeito. É o que permite que a mudança seja real, e não um alívio passageiro.
Escuta ética, sigilosa e respeitosa, sem julgamento.
Entender de onde vêm os padrões que se repetem.
O que puxa para lados opostos dentro de você.
Não corrigir quem você é, mas ampliar o que é possível.
Atendimento individual por videochamada, de onde você estiver.
Das 8h às 18h, em dia e horário combinados com você.
Pelo WhatsApp, para tirar dúvidas e combinar a primeira conversa.
Duração e frequência das sessões são combinadas no início, conforme cada pessoa.
O que é dito nas sessões permanece entre nós.
E também para brasileiros que vivem fora do país.
Muita gente hesita em começar por medo de ser ouvida em casa. Alguns cuidados simples resolvem isso — e fazem diferença no quanto você consegue falar com liberdade.
Se você está em crise agora, ou tendo pensamentos de morte, não espere: ligue para o CVV, no 188 — o atendimento é gratuito, sigiloso e funciona 24 horas, todos os dias. Em situação de risco imediato, ligue para o SAMU, no 192, ou procure o pronto-socorro mais próximo. O CAPS da sua cidade também é um caminho de acolhimento.
O WhatsApp deste consultório não é um canal de emergência e pode não ser respondido na hora. A análise é um trabalho contínuo, que caminha junto com esses recursos e com o acompanhamento médico — nunca no lugar deles.
É um método de escuta e de compreensão do sofrimento humano, que parte da ideia de que boa parte do que sentimos e fazemos tem raízes que não estão acessíveis à consciência. Na análise, você fala com liberdade, e a escuta se volta para o que se repete, para o que escapa e para o que ainda não tinha encontrado palavras. Aos poucos, a própria história começa a ser contada de outro jeito.
Psiquiatria é uma especialidade médica: o psiquiatra avalia, diagnostica, prescreve medicação e acompanha o quadro clínico. Psicologia é uma profissão regulamentada, com graduação própria, registro em conselho e diferentes abordagens de psicoterapia.
Psicanálise é um campo de conhecimento e de prática clínica com formação própria, centrado na escuta. O psicanalista não diagnostica e não prescreve medicação. As três podem caminhar juntas — e muitas vezes caminham.
Não. O acompanhamento em psicanálise não substitui atendimento médico, psicológico ou psiquiátrico. Se você já tem esse acompanhamento, a análise pode caminhar junto. E se há sintomas físicos, uso de medicação ou sofrimento muito intenso, a avaliação desses profissionais é indispensável.
Não existe um critério exato. Muitas pessoas procuram quando algo se repete sem que entendam por quê, quando um sofrimento persiste, quando uma perda ou uma mudança desorganiza a vida — ou simplesmente quando sentem vontade de se conhecer melhor. A primeira conversa serve justamente para entender, juntos, se este é o caminho para você.
Não há prazo definido de antemão. Cada história tem o seu tempo, e o processo é conversado ao longo do caminho. Você tem sempre liberdade para decidir continuar ou encerrar.
São combinadas no início, conforme cada pessoa e cada momento. Na psicanálise, é comum que os encontros aconteçam com regularidade, em dia e horário fixos — a constância faz parte do trabalho.
As sessões acontecem por videochamada, de onde você estiver — no Brasil ou fora dele. Você precisa de um celular ou computador com câmera e microfone, uma conexão estável e um lugar reservado. Os detalhes de acesso são combinados no primeiro contato, pelo WhatsApp.
Sim. O sigilo é um princípio ético do trabalho analítico: o que você diz nas sessões não é compartilhado com ninguém. A única exceção reconhecida pela ética clínica são situações de risco grave à vida — nesse caso, o cuidado com a sua vida vem primeiro.
Escolha um cômodo onde possa fechar a porta, use fone de ouvido e combine com quem mora com você que aquele horário é só seu. Se não houver lugar reservado em casa, o carro estacionado ou uma sala de reunião no trabalho costumam funcionar bem.
Crises com falta de ar, taquicardia, dor no peito ou formigamento precisam, antes de tudo, de avaliação médica — esses sintomas podem ter causas físicas, e só um médico consegue descartá-las e indicar o acompanhamento adequado. Se isso estiver acontecendo agora, ligue para o SAMU (192) ou procure um pronto-socorro.
A análise pode caminhar junto com o cuidado médico, como um espaço para compreender as angústias que se expressam dessa forma — mas não substitui a avaliação e o acompanhamento de saúde.
Sim — e são coisas complementares. O acompanhamento psiquiátrico cuida do quadro clínico e da medicação; a análise oferece um espaço para compreender a própria história e os conflitos que atravessam esse momento. Só uma observação importante: não interrompa nem altere a medicação sem orientação do seu médico.
Sou psicanalista clínico, com registro SBP-00353 e 13 anos de atuação no atendimento individual. Se quiser conhecer em detalhe a minha formação e a minha trajetória, pergunte na primeira conversa — é uma pergunta legítima, e respondo com prazer.
Os valores e as formas de pagamento são informados no primeiro contato, pelo WhatsApp, junto com os horários disponíveis. Enviar uma mensagem.
Psicanalista Clínico · Registro SBP-00353 · 13 anos de atuação
Sou psicanalista clínico e atuo há 13 anos acompanhando pessoas em processos de compreensão e transformação.
Tenho pós-graduação em TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental), uma abordagem psicoterapêutica estruturada, de curta duração e focada no presente, que busca identificar e modificar padrões de pensamentos e comportamentos disfuncionais.
Meu propósito é oferecer um espaço de escuta ética, sigilosa e respeitosa, no qual cada pessoa possa compreender melhor sua história, refletir sobre seus conflitos e construir novas possibilidades para sua vida.
Acredito que o sofrimento emocional quase nunca é falta de esforço — é um conflito que ainda não encontrou palavras. E que palavras, quando encontram um lugar seguro para aparecer, mudam o que é possível.
“Um espaço de escuta ética, sigilosa e respeitosa.”
A primeira conversa serve justamente para entender se este é o caminho para você.
Conversar pelo WhatsAppEm crise ou com pensamentos de morte? Não espere pelo horário de atendimento: ligue para o CVV — 188 (24h, gratuito e sigiloso) ou, em emergência, para o SAMU — 192.